Artes de rua do mundo regressam a Sines 23 Companhias de 7 países invadem as ruas de Sines

Na sua 3ª Edição, a M.A.R. – Mostra de Artes de Rua regressa às ruas da cidade de Sines, já nos próximos dias 19, 20 e 21 de setembro, com uma programação que envolve cerca de 23 estruturas e artistas – num total de 30 apresentações, distribuídas por cerca de 14 espaços diferentes – vindos de Portugal, Espanha, Inglaterra, França, Itália, Grécia e E.U.A., abrangendo diferentes disciplinas e abordagens de caráter contemporâneo, do teatro ao circo e à dança, da performance à música, da arte urbana à instalação multimédia e formação.

Nesta edição foi colocado o foco, mais particularmente, em temáticas contemporâneas que nos inquietam e ao mundo: migração, fronteiras, poluição atmosférica e preservação do planeta, o fogo como arte e não como elemento destrutivo, a mulher e a essência do feminino, memória, relações humanas, etc., sem esquecer a poesia e a celebração da rua como espaço de comunhão e de festa, revela a nota de imprensa da Mostra.

Num processo contínuo de crescimento, a M.A.R. continua em reflexão e experimentação, e a afirmar-se como um “porto” para as artes de rua, nacionais e internacionais, ao sul do país. Promovendo uma ideia de comunidade e de partilha, incentiva o encontro social e a experiência artística e reapropria-se do espaço público, valorizando-o nos seus múltiplos significados, (re)criando memória.

Criada em 2016, com a Edição Zero, a M.A.R., surgiu em Sines como um projeto pioneiro a sul do país, criado e dirigido pelo Teatro do Mar, coproduzido com a Câmara Municipal de Sines, com o apoio da direção Geral das Artes/Ministério da Cultura. A companhia Teatro do Mar, com um percurso de 33 anos de vida, especializada em criação para o espaço público, tem percorrido os mais importantes festivais internacionais de teatro de rua, um pouco por toda a Europa, tornando-se, ao longo do tempo, uma referência nacional e internacional no setor onde se movimenta.

 

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Em 2015, mercúrio nascia em Odemira como jornal mensal em papel; libertando-se para uma existência apenas digital, com uma presença online renovada e dinâmica, quatro anos depois, corria o mês de Outubro.

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