No mês em que a rubrica “Encontrei em Odemira…” completa um ano de entrevistas a pessoas que habitam hoje em dia em Odemira, resolvi fazer um apanhado das impressões aqui registadas sobre os encantos que aqui têm fixado tanto autóctones como forasteiros.
O que me encantou nesta terra foi a tranquilidade, a paz que nos transmitia, a sensação de que era uma terra algo selvagem, com segredos ainda por descobrir. Costumava ser uma sensação única passear por aí e observar fauna e flora, cada praia com o seu “design exclusivo”, o ar que se respirava, a luminosidade.
O que torna esta região especial para mim é o facto de ser a minha terra. É aqui que tenho a minha família, os meus amigos e as minhas origens. Gosto desta calmaria, deste sossego. E gosto do mar, sempre o mar.
O que me surpreendeu muito foi o modo como me senti confortável a viver aqui desde que cheguei, de uma forma muito natural, quase como se estivesse em casa. E isso deve-se às pessoas.
O que me agarra a esta terra é a sensação de liberdade que ainda se tem e que não existe nas grandes cidades. A principal razão para estar cá é haver espaço para criar uma família sem haver um foco constante na televisão, no controlo. Aqui consegue-se respirar.
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