60% dos portugueses dizem já dispor de máscaras para usar quando saem de casa Barómetro de Opinião COVID-19 da Marktest

De acordo com os resultados, da última sondagem da Marktest, realizada entre 20 e 22 de abril, o uso de máscaras tornou-se já um hábito nas rotinas da maioria dos portugueses: 60% dos inquiridos dizem já dispor de máscaras para usar quando saem de casa, um valor que representa uma subida de 13 pontos percentuais face à sondagem anterior.

Aliás, 75% dos portugueses continua a considerar que o uso de máscara fora de casa deveria ser obrigatório.

No que respeita aos principais receios dos portugueses nesta fase de pandemia, Ser contaminado e a Falência da Economia Nacional ocupam agora o topo das preocupações.

Outro indicador desta sondagem revela que são já quase 31% os portugueses que dizem conhecer alguém que tenha sido infetado por Covid-19. Um valor que cresce para 58% nos inquiridos da região do Grande Porto.

Quanto às máscaras sociais, podemos dizer que vieram para ficar e que os portugueses aderiram rapidamente à ideia, percebendo que será uma das muitas medidas que irão fazer parte do seu dia-a-dia no regresso à “normalidade”, após o levantamento do Estado de Emergência. No espaço de uma semana, a utilização de máscaras quando saem de casa aumentou 13 p.p. e actualmente 60% dos portugueses já têm máscaras para sair ( há uma semana este valor não ia além dos 47%)

De acordo com os resultados da sondagem –6ª Edição, Ser contaminado e a Falência da Economia Nacional são agora os dois principais receios dos portugueses.

A uma semana do provável levantamento do Estado de Emergência, volta a subir o Índice de Receio em ser contaminado, atingindo valores próximos dos alcançados no final do mês de março.

O mesmo sucedeu com o Índice de Probabilidade de Contaminação, que regista também um valor mais elevado e em linha com o registado no final do mês de março. Antecipando o provável regresso à “normalidade”, a partir de 2 de maio, os portugueses não deixam de manifestar as suas preocupações, expressas nas variações destes dois índices.

Nota Técnica:

A presente sondagem foi realizada pela Marktest, através de CAWI (Computer Assisted Web Intereview), junto de uma amostra de 513 inquiridos, com mais de 18 anos, residentes em Portugal Continental. Os resultados do estudo foram ponderados e extrapolados para o universo em estudo (8.250.000).
A recolha da informação decorreu entre os dias 20,21 e 22 de abril de 2020. A selecção dos entrevistados, fez-se com recurso ao Access Panel da Marktest. A partir deste Access Painel, procedemos a extrações aleatórias de potenciais entrevistados, de acordo com as regras definidas ao nível da seleção amostral (método de quotas pelas variáveis, género, idade e região Marktest). Para garantir a segurança da comunicação online, a Marktest utiliza um protocolo de segurança que permite salvaguardar a leitura e interceção, por terceiros, dos dados transmitidos no momento do preenchimento do inquérito.
O Access Panel da Marktest encontra-se devidamente registado na C.N.P.D. e a Marktest assegura um controlo rigoroso de qualidade e veracidade da informação registada pelos internautas inscritos no nosso Access Panel, bem como na gestão da selecção dos mesmos para as entrevistas que realizamos. Desde o dia 25 de maio de 2018, temos em vigor o RGPD (Politica de Privacidade Marktest – http://www.marktest.com/wap/a/q/id~106.aspx). De assinalar ainda que a cumprimos integralmente com “28 Questions to Help Buyers of Online Samples” – ESOMAR.
A análise destes resultados é da exclusiva responsabilidade da Marktest. Os Índices apresentados, decorrem de avaliações feitas pelos entrevistados em perguntas com recurso a escalas de avaliações de 0, nota mínima e 10 nota máxima, sendo o valor médio obtido convertido para um índice de 0 a 100 pontos.
Consideram-se avaliações positivas, todas as respostas cuja nota atribuída numa escala de 0 a 10, se situem entre 6 e 10, e as avaliações negativas entre 0 e 4.
30 de abril de 2020

Sobre o Autor

Em 2015, mercúrio nascia em Odemira como jornal mensal em papel; libertando-se para uma existência apenas digital, com uma presença online renovada e dinâmica, quatro anos depois, corria o mês de Outubro.

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